UMF — UNIÓN MUNDIAL DE FÚTBOL

RESUMO EXECUTIVO

FEITO NO MÉXICO PARA O MUNDO.

O JOGO PERTENCE AO MUNDO

O JOGO PERTENCE AO MUNDO

O futebol é o jogo do mundo.

É jogado em cidades prósperas e aldeias isoladas, em grandes estádios e em campos sem marcações. Pertence igualmente a todas as nações e a todas as pessoas que o jogam, ensinam, arbitram, organizam e apoiam.

O futebol não pertence a nenhum presidente, federação, governo, empresa, investidor ou nação poderosa.

Aqueles encarregados de governar o jogo são seus guardiões temporários. Sua autoridade deve ser limitada por regras transparentes, supervisão independente e uma prestação de contas igual para todos.

A UMF — Unión Mundial de Fútbol — foi criada para promover esse princípio.


O QUE É A UMF?

A UMF é uma iniciativa internacional independente de governança do futebol, criada no México para o mundo.

Seu objetivo é desenvolver e promover uma estrutura mais justa, transparente e responsável para a governança do futebol internacional.

A UMF não começa proclamando-se a autoridade que governa o futebol mundial.

Ela começa convidando nações, jogadores, árbitros, treinadores, clubes, torcedores, especialistas em governança e outros participantes a examinar um conjunto claro de princípios e ajudar a aprimorá-los.

A UMF é pacífica, apartidária e independente dos governos, dos partidos políticos e do controle comercial.

Ela não é organizada para promover ou se opor a qualquer dirigente do futebol, federação, confederação, governo ou candidato político em particular.

Suas regras destinam-se a ser aplicadas igualmente a todos, independentemente de cargo, nacionalidade, riqueza, reputação ou influência.


POR QUE A UMF É NECESSÁRIA?

O futebol não pode ter jogo limpo dentro de campo sem uma governança justa fora dele.

O futebol internacional administra competições, direitos comerciais, fundos de desenvolvimento e ativos institucionais avaliados em bilhões de dólares. Suas decisões afetam nações, jogadores, árbitros, clubes e torcedores em todo o mundo.

Tal autoridade exige salvaguardas.

As regras devem ser conhecidas antes de serem aplicadas. As decisões financeiras devem ser rastreáveis. Os acordos comerciais devem ser transparentes. Os conflitos de interesse devem ser divulgados. As investigações devem ser independentes. As pessoas acusadas devem ter direito ao devido processo. Os dirigentes devem estar sujeitos a limites de mandato e nunca devem controlar investigações relacionadas à própria conduta.

Nenhuma instituição deve depender exclusivamente do caráter ou das promessas de quem a dirige temporariamente.

A boa governança exige regras permanentes capazes de limitar todo dirigente, inclusive um líder popular, bem-sucedido ou poderoso.

A CARTA MAGNA DA UMF

A Carta Magna da UMF, composta por 30 artigos, estabelece os princípios constitucionais sobre os quais deve ser construída uma instituição internacional de futebol justa.

Suas principais proteções incluem:

  • Dignidade igual e uma voz significativa para cada nação membro.
  • Um voto para cada nação membro, sem poder adicional de governança baseado em riqueza, população, receita de televisão, sucesso histórico ou importância comercial.
  • Acesso justo às competições internacionais conforme regras esportivas publicadas.
  • Independência do controle político, governamental e comercial.
  • Finanças, contratos, transações comerciais e decisões institucionais transparentes.
  • Licitação competitiva, avaliação independente e supervisão adequada dos principais ativos do futebol e dos direitos comerciais.
  • Investigação independente e medidas disciplinares livres de interferência por parte das pessoas ou instituições sob investigação.
  • Devido processo, notificação, oportunidade de resposta e um direito efetivo de recurso.
  • A presidency limited to one term, rotation among continents, fair elections and published succession rules.
  • Proteção contra suborno, retaliação, compra de votos, conflitos de interesses e uso indevido de fundos de desenvolvimento.
  • Protection of minors, players, referees, witnesses and people who report misconduct in good faith.
  • Firme oposição ao racismo, à discriminação, ao assédio e ao abuso.
  • Fair football-development opportunities for nations with fewer financial resources.
  • Organização responsável de torneios que proteja jogadores, trabalhadores, torcedores e comunidades locais.
  • Limites aos poderes de emergência e proteção contra a alteração das regras por conveniência política ou comercial.
  • Consulta pública antes de mudanças importantes que afetem a forma como o futebol é jogado, regulamentado ou arbitrado.
  • Competição pacífica que una as nações, em vez de transformar o futebol em mais um campo de batalha político.

JOGO LIMPO E GOVERNANÇA JUSTA

A UMF reconhece que o futebol requer recursos financeiros.

Os estádios devem receber manutenção. Os jogadores devem ser protegidos. Os árbitros devem ser treinados e remunerados. As competições devem ser organizadas. Os programas juvenis e de futebol de base exigem investimento contínuo.

Patrocinadores, emissoras, investidores, governos e parceiros comerciais podem apoiar legitimamente esses objetivos.

Patrocinadores, emissoras, investidores, governos e parceiros comerciais podem apoiar legitimamente esses objetivos.

O dinheiro pode apoiar o futebol. Não pode comprar votos, controlar investigações, determinar resultados esportivos, escolher dirigentes nem adquirir autoridade permanente de governança.

Os parceiros comerciais podem receber direitos contratuais razoáveis e retornos financeiros.

Eles não podem governar o futebol.


O POVO DO FUTEBOL

A governança do futebol deve ouvir as pessoas cujo conhecimento, trabalho e apoio dão vida ao jogo.

A UMF propõe a participação efetiva de jogadores, árbitros, treinadores, clubes, profissionais de saúde, organizações de futebol de base e torcedores.

A consulta deve ocorrer antes que as decisões importantes se tornem definitivas e com antecedência suficiente para influenciar o resultado.

Ela não deve ser utilizada apenas para criar uma aparência de participação depois que o resultado já tiver sido decidido.

Uma boa proposta deve ser avaliada por seu mérito, e não pela fama, riqueza, nacionalidade ou posição institucional da pessoa que a apresenta.

O QUE A UMF SOLICITA

A UMF não pede a nenhuma nação ou participante que aceite seus princípios sem examiná-los.

A UMF pede ao mundo do futebol que os leia, os questione, os critique e ajude a aprimorá-los.

A UMF convida respeitosamente as associações nacionais, confederações, jogadores, árbitros, treinadores, clubes, torcedores e especialistas independentes a:

  1. Revisar a Carta Magna da UMF, composta por 30 artigos.
  2. Identificar as proteções que devem ser fortalecidas, esclarecidas ou acrescentadas.
  3. Apresentar observações e propostas por escrito.
  4. Participar de um diálogo internacional preliminar sobre a governança justa do futebol.
  5. Ajudar a estabelecer um conselho consultivo diversificado e independente que represente o futebol mundial.
  6. Apoiar uma consulta pública transparente sobre a futura governança do futebol.

A participação não exige apoio imediato à UMF nem a retirada de qualquer instituição de futebol existente.

Exige apenas a disposição de examinar se esses princípios merecem um debate internacional.


FEITO NO MÉXICO PARA O MUNDO

A UMF foi criada no México, mas não pertence apenas ao México.

Nenhuma nação, região, pessoa fundadora, dirigente ou interesse comercial deve controlar permanentemente uma organização criada para servir ao futebol mundial.

A UMF busca a participação da África, da Ásia, da Europa, da América do Norte, da América do Sul, da Oceania e do Caribe — e de países em todos os níveis de desenvolvimento do futebol.

O objetivo não é garantir resultados esportivos iguais.

O objetivo é garantir a cada nação dignidade, uma voz significativa e uma oportunidade justa de competir.


O PRIMEIRO COMPROMISSO DA UMF

A UMF deve praticar os princípios que pede aos outros que sigam.

Portanto, seu desenvolvimento deve permanecer aberto à revisão, à correção e à participação.

Sua autoridade não deve ser presumida.

A confiança deve ser conquistada por meio de uma conduta coerente, decisões transparentes e regras que se apliquem igualmente a todos.

A primeira vitória da UMF não será conquistar poder.

Será convencer o povo do futebol de que uma governança mais justa é possível e de que os princípios contidos na Carta Magna merecem um debate mundial.


O CONVITE

O futebol é maior do que qualquer instituição, dirigente, federação ou geração.

A UMF convida o mundo a ajudar a construir um sistema à altura do jogo.

FEITO NO MÉXICO PARA O MUNDO.

JOGO LIMPO. GOVERNANÇA JUSTA. CADA NAÇÃO TEM VOZ.

O JOGO PERTENCE AO MUNDO

UMFUTBOL.ORG